Mas eu estava mais preocupado em bater sozinho.
E esse coração floriu. Parou. Bateu. Floriu. Sofreu. Riu. Sofreu. Caiu. Caiu. Caiu. Caiu. Floriu. Caiu.
Uma vez, esse coração parou.
Foi quando eu o pude segurar. Só que eu só consegui enxergar um amontoado de lôdo. Então, eu o apertei, esmaguei, estraguei, dilacerei.
Quando pude perceber que era o coração, ali, por trás de toda sujeira, imundice e fraqueza.
Pensei que ele havia destroçado...
Mas eu o ter apertado e esmagado tanto, fez com que ele ressuscitasse, batesse, florisse. Não caiu.
Eu caí.
Como posso compreender?
Aprender?
Conviver com a culpa de ter contribuído para que parasse de bater?
Como só posso enxergar que caí é não que fiz florir?
Como posso, eu, florir?
Continuo a só (só) bater...